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Open Access Duodenal angiodysplasia: case report and literature review Angiodisplasia duodenal: relato de caso e revisão da literatura

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BACKGROUND: Angiodysplasia is a distinct mucosal vascular lesion associated with acute or chronic gastrointestinal bleeding. It occurs most frequently in the right colon and is extremely rare. Its etiology is unknown, but theories of its pathogenesis have evolved from its similarity to colonic angiodysplasia and the lesion appears to be associated with renal insufficiency. CASE REPORT: Sixty-five-year-old woman with repeated melena and severe anemia due to angiodysplasia in the first portion of the duodenum. The diagnosis was done by upper endoscopy. As the patient presented repeated gastrointestinal bleeding with hemodynamic instability and recurrent anemia, surgery was indicated. At laparotomy the lesion was identified and resected with an Y-en-Roux reconstruction. The patient went on well at the immediate and late (four years) postoperative periods with no more recurrent gastrointestinal bleeding. CONCLUSION: Although most of the patients suffering from gastrointestinal angiodysplasia goes on well with conservative management, there is a small portion of them that will need a more aggressive approach, as in this case.
RACIONAL: Angiodisplasia duodenal é uma lesão vascular distinta da mucosa intestinal associada com sangramento agudo ou crônico. Embora seja extremamente rara no duodeno, ocorre com maior freqüência no cólon direito. Tem etiologia desconhecida, mas sua patogênese parece semelhante com a do cólon. Em alguns casos está associada à insuficiência renal. RELATO DO CASO: Paciente de 65 anos de idade com episódios repetidos de melena e anemia severa devido à presença de lesão angiodisplásica na primeira porção do duodeno, cujo diagnóstico fôra estabelecido por endoscopia digestiva alta. Como ela apresentara-se com episódios repetidos de hemorragia digestiva alta acompanhados de instabilidade hemodinâmica, foi-lhe indicada cirurgia. À laparotomia, identificou-se a lesão, que foi ressecada, sendo realizada reconstrução em Y-de-Roux. Evoluiu bem no período pós-operatório imediato e encontra-se sem novos episódios de sangramento 4 anos após a cirurgia. CONCLUSÃO: Embora a maioria dos pacientes com angiodisplasia gastrintestinal evolua satisfatoriamente com manejo conservador, existe pequena fração que necessitará de abordagem mais agressiva. Neste caso, a paciente apresentou claro benefício da conduta cirúrgica proposta, visto que não apresentou mais episódios de hemorragia digestiva alta.
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Document Type: Research Article

Publication date: January 1, 2007

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